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Depois de mostrarmos nessa coluna coleções de sneakers, lomos e Melissas, fomos na casa do Rafael Rocha conhecer a paixão dele por vinil. O Guilherme Thiesen Netto, amigo do Rafa que também é colecionador de vinil, participou da conversa.

O Rafa Rocha, diretor de criação da Revista Noize e integrante da Wannabe Jalva, respira música 24 horas por dia 7 dias por semana. Tem cerca de 60 discos e garimpa em lojas e também na Internet. Ele contou para a gente que o legal de ir até uma loja é a troca que rola com o vencedor ou com o proprietário, os caras sabem muito e acabam contribuindo com boas dicas. Mas a compra na Internet pode valer a pena pois fica muito mais barato.
Já o Guilherme Thiesen Netto tem cerca de 100 discos e é apaixonado pelo assunto há tempos.

O Rafa guarda alguns flyers de lojas especilizadas.
Esse disco branco é o Fresh Fruit for Rotting Vegetables, álbum de estréia da banda americana de punk rock/hardcore Dead Kennedys, da década de 80, um dos maiores clássicos do punk. O interessante é que só a edição brasileira foi feita branca, bem lindão. Mas o que os meninos falaram foi que o vinil colorido perde a qualidade, por isso o melhor é o preto mesmo.
Eles curtem toda a cultura do vinil: além da diferença na qualidade do som, tem o ritual de parar para escutar, curtir um lado do disco antes de virar, de parar para apreciar. É diferente de escutar um som mp3 no computador, não tem essa de ir trocando a música. E outra: uma das coisas que atraem o Rafa é a arte das capas.

Esse espanador serve para tirar a poeira dos vinis. Coisa de quem ama mesmo, o vinil também precisa ser lavado, e  tem várias dicas na internet de como cuidar de um vinil.
É muito amor ou não é?

































































































